A Samsung começou a liberar recentemente uma nova atualização para o LockStar, um de seus módulos de personalização mais populares. Chegando na versão 8.5.00.17, o pacote foca diretamente em resolver problemas de estabilidade que vinham afetando a usabilidade. Aquele erro incômodo nas configurações do relógio na tela de bloqueio ou no Always On Display (AOD), por exemplo, foi finalmente corrigido pela fabricante. O update também soluciona falhas que ocorriam de forma intermitente durante o uso do Smart Switch e do GTS. Além disso, os desenvolvedores consertaram um bug específico no ajuste manual de brilho, que afetava principalmente dispositivos que não possuem o AOD em tela cheia. Para ter acesso a essas melhorias, o usuário só precisa abrir a Galaxy Store, acessar o menu lateral no canto superior esquerdo, selecionar a área de atualizações e baixar a nova versão.
Novidades para a geração atual O investimento contínuo em software fica evidente quando olhamos para as ferramentas voltadas aos topos de linha atuais. Ontem mesmo, o módulo One Hand Operation+ recebeu um update estratégico focado no mais recente lançamento da marca, adicionando suporte oficial ao Privacy Display do Galaxy S26 Ultra. A expectativa do mercado é que a empresa sul-coreana acabe expandindo essa mesma integração de privacidade para outros módulos do Good Lock muito em breve, tornando o recurso ainda mais acessível e útil para os donos da linha S26.
O legado do hardware bruto Enquanto a interface e os aplicativos continuam evoluindo rapidamente nos aparelhos mais novos, é interessante notar como o ecossistema da Samsung sempre se apoiou em uma base de dispositivos com propostas bem variadas. Um ótimo exemplo de foco em hardware puro dentro desse histórico é o Galaxy M62, que chegou ao mercado no início de 2021 rodando o Android 11 sob a antiga interface One UI 3.1. Ele era um aparelho denso, pesando 218 gramas e com 9.5 mm de espessura, mas trazia uma justificativa de peso para esse tamanho todo: a enorme capacidade energética.
Desempenho e autonomia colossal A grande estrela do M62 era, sem dúvida, a sua bateria de polímero de lítio de 7000 mAh. Na prática, isso se traduzia em impressionantes 3000 minutos de autonomia em conversação, garantindo dias longe da tomada. Por baixo do capô, o dispositivo não economizava em processamento. Ele vinha equipado com o chipset Exynos 9825 de 64 bits, combinando uma CPU octa-core veloz, a GPU Mali-G76 MP12 e generosos 8 GB de memória RAM. O armazenamento interno de 128 GB oferecia bastante fôlego para o usuário comum, e ainda permitia expansão para até 1 TB via cartão MicroSDXC. A conectividade também era bastante robusta para a categoria, contando com suporte a Dual SIM e redes 4G LTE capazes de atingir velocidades de download de até 2000 Mbps, além de Bluetooth 5.0, Wi-Fi Direct, rádio FM e NFC.
Experiência visual e fotográfica A navegação pelo sistema e o consumo de mídia aconteciam em uma ampla tela Super AMOLED Plus de 6.7 polegadas, com resolução de 1080 x 2400 pixels e cores vibrantes, mantendo a taxa de atualização padrão de 60 Hz. Já no quesito fotografia, o smartphone entregava um conjunto quádruplo na parte traseira. A câmera principal de 64 MP com abertura de f/1.8 era capaz de gerar fotos com altíssima resolução de até 9000 x 7000 pixels. Ela trabalhava em conjunto com uma lente ultrawide de 12 MP com um amplo ângulo de 123 graus, além de dois sensores auxiliares de 5 MP para profundidade e macro. A gravação de vídeo não ficava para trás, oferecendo resolução 4K a 30 fps com autofoco e HDR, tanto na traseira quanto na câmera frontal de 32 MP, sem esquecer da opção de câmera lenta a 480 fps. Sensores essenciais como giroscópio, bússola e leitor de impressão digital complementavam o pacote desse gigante de bateria.