O secretário municipal extraordinário de Articulação Política, Luiz Alberto Carijó disse durante reunião na Câmara Municipal de Manaus na manhã desta quarta-feira (9) que o sargento da Polícia Militar (PM) Elizeu da Paz de Souza, 37 anos, preso temporariamente por suspeita de envolvimento na morte do engenheiro Flávio Rodrigues no último dia 30 de setembro, tinha permissão para fazer a segurança da família do prefeito Artur Neto, mesmo estando em dia de folga.

“A segurança é intermitente. Funciona no momento que for necessário. Por ronda por turno. Faz parte do trabalho da polícia. É assim que funciona”, respondeu o secretário, ao ser questionado pelo vereador Elias Emanuel (PSDB) se era usual o ocorrido.

Carijó e o procurador geral do município Rafael Albuquerque foram à Câmara Municipal de Manaus para prestar esclarecimentos sobre o envolvimento do servidor público Elizeu da Paz na morte do engenheiro Flávio Santos. No dia do assassinato, da Paz utilizava uma viatura da prefeitura.

Os vereadores puderam se manifestar, fazendo perguntas a respeito do caso. O vereador Chico Preto (PMN), que faz parte da oposição entregou um documento aos representantes da prefeitura, contendo 15 perguntas, e questionou, ainda por que a casa militar foi chamada antes da polícia, e quem deu a ordem.

“A segurança funciona da forma que falei. Intermitente. Tenho certeza que nenhuma ordem partiu do prefeito”, concluiu Carijó.

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