O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho (Setrab), tem implementado ações com o objetivo de valorizar os produtos artesanais amazônicos e gerar renda para artesãos e grupos solidários amazonenses.

Só de janeiro até o início de julho deste ano, as vendas de biojoias, ecojoias, ítens de decoração e acessórios já renderam mais de R$ 722 mil para os artesãos do Estado, provenientes de participação em feiras e exposições, promovidos pela Setrab ou por outras entidades governamentais.

Para a secretária de estado de trabalho, Neila Azrak, as feiras e mostras incentivam o desenvolvimento do artesanato amazonense como uma ótima alternativa econômica.

“Esses eventos são uma grande oportunidade de promover a cultura local para outras partes do país e do mundo. E não só isso, mas propiciar a participação dos nossos artesãos do nosso Amazonas significa geração de renda, sustento de famílias, e ainda impacta positivamente a economia do nosso Estado”, salienta.

Shopping do Artesanato

A Setrab coordena o Programa de Artesanato Amazonense e o de Economia Solidária, nos quais são fomentadas a ocupação, o trabalho e a geração de renda, permitindo ao trabalhador a oportunidade de desenvolvimento econômico e financeiro.

Além disso, a Setrab disponibiliza, gratuitamente, o Shopping do Artesanato, um espaço comercial para os artesãos venderem seus produtos. O local fica na Galeria +, na avenida Djalma Batista, entre os shoppings Amazonas e Plazza, no bairro Chapada.

Titular da Setrab, Neila Azrak, com a secretária de Cultura e Turismo de Manicoré, Maria Madalena Nascimento com a Carteira Nacional do Artesão e do Trabalhador Manual

Carteira do Artesão

Outra iniciativa importante para a valorização dos artesãos, são as ações da Setrab que incentivam e facilitam o acesso à Carteira Nacional do Artesão e do Trabalhador Manual, que – entre outras vantagens – permite a participação em oficinas e cursos de artesanato, além de feiras nacionais e internacionais.

Com a aquisição da Carteira Nacional do Artesão e do Trabalhador Manual, o artesão passa a ter uma identidade profissional e vai poder circular com mercadoria por todo o território Brasileiro com a isenção do ICMS, participar de feiras e eventos do setor em qualquer parte do mundo, ter acesso à Nota Fiscal Avulsa de Emissão Eletrônica (e-NFA), poder vender legalmente seu produto para grandes clientes, realizar empréstimos em instituições financeiras e participar de credenciamento para ministrar oficinas e cursos de artesanato.

Portal Beiradão – com informações da assessoria.


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