Foto: Carlos Eduardo Pessoa/Rede Amazônica

O Largo São Sebastião, em Manaus, ficou lotado neste domingo (27), dias após um decreto do governo voltar a fechar bares e balneários para evitar aglomerações.

Com apenas parte dos visitantes fazendo uso de máscara, o local teve registro de aglomeração e desrespeito a medidas de proteção contra covid-19, como distanciamento de 1,5 metro. O uso de máscaras é obrigatório em espaços públicos e privada de Manaus. As informações são do Portal G1.

Até este domingo (27), mais de 136 mil pessoas haviam sido infectadas pela doença no estado, com mais de 4 mil mortes. Medidas de restrição voltaram a ser determinadas, pelo período de 30 dias, por conta de uma alta no número de casos e internações pela doença.

Por volta das 17h, a reportagem constatou centenas de pessoas visitando o espaço, que fica no entorno do Teatro Amazonas. O ponto turístico também recebia uma exposição de carros antigos.

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa informou, por meio de nota, que acionou as equipes da pasta para dispersar o público concentrado no local, conforme os protocolos de segurança estabelecidos, após tomar conhecimento da aglomeração.

Visitantes se aglomeram em exposição de carros antigos, em Manaus. — Foto: Carlos Eduardo Pessoa/Rede Amazônica
Visitantes se aglomeram em exposição de carros antigos, em Manaus. — Foto: Carlos Eduardo Pessoa/Rede Amazônica
Mesmo com aumento de casos de Covid-19, Largo São Sebastião tem domingo (27) lotado em Manaus. — Foto: Carlos Eduardo Pessoa/Rede Amazônica
Mesmo com aumento de casos de Covid-19, Largo São Sebastião tem domingo (27) lotado em Manaus. — Foto: Carlos Eduardo Pessoa/Rede Amazônica

De sábado (26) para este domingo (27), a Central Integrada de Fiscalização (CIF) fechou 11 estabelecimento por descumprirem medidas restritivas. Outros seis foram autuados. As fiscalizações são realizadas em estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes e flutuantes.

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que Manaus vive uma segunda onda de casos da covid-19. O epidemiologista e autor do estudo, Jesem Orellana, propõe a adoção de lockdown para conter a circulação do vírus.