O humorista Pedro Manso, que já participou de diversos programas na TV, e que atualmente é jurado do quadro Dez ou Mil do Programa do Ratinho do SBT, está com seu nome envolvido em uma grande polêmica. Isso porque, conforme antecipamos agora pouco no TV Foco, o humorista acabou preso por conta de porte ilegal de armas.

Pedro Manso e a arma encontrada de forme ilegal foram encontrados pela polícia em uma fazenda em Paty do Alferes, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo o delegado responsável pelo Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI), Alexandre Ziehe de Petrópolis, um mandado de busca e apreensão foi cumprido na propriedade do humorista. A ação faz parte da operação realizada nesta quinta para prender “matadores”, que busca investir uma série de homicídios que vem ocorrendo na região nos últimos tempos.

Durante as buscas, uma arma foi localizada na propriedade. Manso foi levado para 106ª DP, no distrito de Itaipava, na Região Serrana, onde será ouvido. O advogado de Pedro Manso, Diego Tadeu, foi procurado para prestar esclarecimentos sobre o caso e afirmou o seguinte:

“A polícia esteve na operação de busca e apreensão e logrou encontrar um revólver calibre 38 que era de um caseiro que ele nem tinha conhecimento de que ele tinha esse revólver, mas ai naquela de desfazer da arma, acabou não dando tempo. Mas ele não tem envolvimento nenhum com o restante da operação e com o resto dos acusados”. O humorista pagou fiança na delegacia e foi liberado.

Entrevistado por telefone pelo TV Fama, Pedro falou que houve uma falsa denúncia e que acredita ter sido alvo de uma jogada política. “Abri um pesque e pague em uma área extremamente carente. Tem muita gente que não aceita o sucesso do outro. E como eu sou uma figura pública, houve uma falsa denúncia. Mas provei a minha inocência e minha índole. As autoridades viram que eu sou do bem e que jamais vou me envolver com crimes. Já estou em casa curtindo minha família e amigos”, informou.

A Polícia Civil ainda não deu detalhes, mas até a publicação desta reportagem, pelo menos 10 pessoas foram presas suspeitas de integrar um grupo de extermínio. De acordo com Alexandre, a operação foi motivada após a morte de três pessoas a tiros no bairro Secretário, em Petrópolis, em dezembro do ano passado.