Um menino de 11 anos vendia balas em um semáforo de Manaus quando foi abordado por um homem em um carro, na Zona Norte. Convidado a entrar no veículo, ele foi estuprado pelo motorista, de 53 anos. Segundo a Polícia Civil, havia outra menina no carro e há a suspeita de que as duas crianças foram obrigados a manter relações sexuais entre si.

O caso aconteceu no bairro Cidade Nova, na manhã desta segunda-feira (9). A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), que acompanha o caso, ainda não possui informações sobre a identidade da outra criança, mas acredita que ela seria da mesma família do suspeito, que já foi identificado.

“Houve estupro de vulnerável. A criança foi alvo de um abuso sexual, cometido por quem viu ali a oportunidade de cometer o ato. Ainda há a situação de que havia outra criança, e isso deve ser investigado. Vamos trabalhar para localizar o suspeito. É importante também localizar a outra criança para resgatá-la. É possível que seja da família do suspeito”, contou a titular da Depca, delegada Joyce Coelho,.

Ao avistar um homem se aproximar do carro, o menino conseguiu fugir e anotar a placa do veículo. Ele correu e pediu ajuda em um restaurante próximo ao local do crime. Segundo o chefe da investigação Cícero Silva, o menino de 11 teria sido forçado a ter relações sexuais e também tocar nas partes da menina.


“O suspeito teria forçado o garoto a ter relações sexuais e também tocar nas partes íntimas da outra criança. Quando um homem que seria filho do suspeito se aproximou do carro, a vítima conseguiu escapar e pedir ajuda em um restaurante”, disse Silva.

O menino passou por exames eque comprovaram o estupro. Ele também foi ouvido por psicólogos e já está com a família. A polícia civil, por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), continua investigando o caso.

De acordo com a delegada Joyce, o suspeito já foi identificado e é procurado pela polícia. “Trabalhamos para localizá-lo e prendê-lo. Ele já tem um B.O. por estupro de vulnerável”.