Diante dos casos de coronavírus em todo o mundo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizará ações de prevenção em viagens de avião ou de navio que relatarem suspeitas de casos da doença. Além disso, os próprios viajantes devem evitar viagens à China. O país asiático está com todas as suas 31 regiões com algum caso do novo coronavírus.

A Anvisa, inclusive, está emitindo alertas sonoros em aeroportos brasileiros desde a última terça-feira, 28. Os recados estão em três idiomas: português, inglês e mandarim. A mensagem alerta sobre os sintomas da doença e informa sobre medidas que evitam sua transmissão. 

Evite viajar para a China

O Ministério da Saúde orientou que viagens para o país asiático apenas devem ser realizadas em caso de extrema necessidade. Segundo boletins emitidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), todo o território chinês passa a ser considerado área ativa de transmissão da doença. Com isso, as pessoas vindas da região nos últimos 14 dias e apresentem sintomas podem ser consideradas casos suspeitos.

Evite contatos diretos com pessoas

Durante a viagem, podemos estabelecer diversos tipos de contatos. É importante lembrar que é a sua disseminação acontece por contato com pessoa contaminada ou pelo ar. O vírus pode ficar encubado por até duas semanas, período em que os sintomas levam para aparecer desde a infecção.

Como ainda não há tratamento específico para as infecções causadas pelo coronavírus, o melhor a fazer é se prevenir, inclusive durante as viagens.

Utilize equipamentos de proteção

Aviões ou navios costumam ser aglomerações de pessoas por horas. Para evitar qualquer tipo de contágio, é importante se prevenir. Equipamentos como máscaras respiratórias e higiene pessoal regular ajudam a evitar uma possível gravidade da doença. 

Saiba mais sobre o procedimento de prevenção da Anvisa em viagens suspeitas

A aeronave pousa no local, mas não pode iniciar o desembarque. A Anvisa então aciona os órgãos responsáveis a bordo em conjunto com o serviço médico e a vigilância do município do aeroporto para avaliar o paciente suspeito. Se o médico descartar o caso, o desembarque é liberado. Caso mantenha a suspeita, o passageiro é removido para um hospital de referência local. Os demais passageiros seguem para uma entrevista com a vigilância epidemiológico para que possam ser monitorados.

Em caso de navio, a estrutura não recebe autorização para operar e ninguém pode desembarcar. Após a Anvisa e a vigilância epidemiológica sobem a bordo para inspecionar a embarcação e avaliar a suspeita. Se o caso for confirmado, a operação do navio é suspensa e os tripulantes continuam a bordo.

LEIA AGORA | as notícias mais vistas e compartilhadas no Brasil: